terça-feira, 24 de novembro de 2015

''Crônica: Aquela morena''




  Ahh, aquela morena que vem me receber de braços abertos, de peito aberto e mente aberta. Aquela morena de longos cabelos que entrelaçam-se aos ventos do meu abraço, do meu aconchego. do nosso entrelaço! Ah, sua simplicidade, calmaria, me contagia, como um simples fato, nato, sem embaraços. Como eu quero estar perto de ti, apenas por poder me permitir.
  Ahh, morena, teu jeito não há quem negue, das tuas pirraças, dos teus encantos, faria tudo outra vez e caía de prantos, com a certeza de que nada seria diferente, mas nem tudo sempre igual. Eu mergulho em você e me encontro na certeza de nunca te perder, ou de nunca me esconder; na certeza de que em teu dengo, suas maõs se entrelaçarão nas minhas, e que nunca as soltarei ou as deixarei.
  Ahh, esse teu jeito despojado, sem compromisso, sem medo do amanhã, com vontade do agora, sem demora, vem morena, nosso amor é hoje, vem ser merecedora do meu afeto, aquele que você sempre quis, sem mais, demais.
  Ahh morena, sua imensidão torna meus vícios mais claros, teus beijos mais intensos, teu abraço mais leve, ahh morena, me leve contigo até os confins desse mundo injusto, da maneira mais simples possível, você sabe que nossas emoções são boas e nossas loucuras também, não se pode gostar de ti, sem sensibilidade também. Esse riso sincero que contagia onde passa, domina de uma forma sutil, que ahh morena, só você tem esse dom, esse dom que faz inteiro pessoas pela metade.
  É, aquela morena sempre cativante, sorridente, anda por aí, com autenticidade e muita simplicidade, quem sabe algum dia sem devaneios, sem demoras, aquela morena venha, e me receba de braços abertos, de peito aberto, e mente aberta, como só ela sabe ser.
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